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Cia. Ituana (1887-1892)
Cia. União Sorocabana e Ytuana (1892-1907)
Sorocabana Railway (1907-1919)
E. F. Sorocabana (1919-1966) |
MONTANA
(antiga CHAVE)
Município de Piracicaba, SP |
| Ramal de Piracicaba - km 240,561 |
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SP-2485 |
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Inauguração: 1887 |
| Uso atual: demolida |
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sem trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1908 (já demolido) |
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| HISTORICO DA LINHA: O ramal de
Piracicaba foi construído pela Cia. Ituana a partir de 1873, partindo
da estação de Itaici, na linha, também da Ituana, entre Jundiaí e
Itu. Em 1892, houve a fusão com a Sorocabana, formando a Cia. União
Sorocabana e Ytuana (CUSY). Em 1893 o ramal chegou a São Pedro, ponto
terminal, 58 km à frente de Piracicaba, onde havia chegado em 1877.
A Ituana foi definitivamente incorporada pela Sorocabana em 1905,
com a compra da CUSY pelo grupo americano de Percival Farquar. O ramal
- algumas vezes chamado também de ramal de São Pedro - teve
o trecho final, entre Piracicaba e São Pedro, suprimido para
trens de passageiros em 1966 e seus trilhos foram retirados em 1980.
Até esta época, ainda seguiam cargas para a Usina Costa
Pinto. O tráfego de passageiros entre Itaici e Piracicaba acabou em
1976, enquanto trens de carga continuaram trafegando cada vez menos
até meados dos anos 80. Por volta de 1990, os trilhos, já abandonados,
foram retirados pela agora FEPASA. |
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| A ESTAÇÃO: Embora a estação
de Chave apareça na relação de estações da Sorocabana apenas
a partir de 1908, é sabido que já existia naquele ponto um posto desde
vários anos antes, tanto que, em 1899, o pequeno prédio havia sido
reconstruído. A estação original parece ter sido construída quando
da inauguração do ramal de João Alfredo (depois de Artêmis),
em 1887, que começava exatamente aqui. Em 1908, um novo prédio, maior,
foi inaugurado. Pela estação passava um ramal de bitola métrica, de
cerca de 30 km, pertencente ao Engenho Central (que por sua
vez era um dos seis engenhos existentes no Brasil da empresa francesa
Societé Sucreries Bresiliennes), para o transporte de cana
e derivados, e que se estendia desde a sede do Engenho Central, a
oeste da ponte ferroviária e na margem direita do rio Piracicaba,
margeando a linha da Sorocabana a leste desta, passando pela estação
de Barão de Rezende e continuando paralela à linha principal
até esta estação, onde fazia uma curva para a
direita, para terminar mais à frente em terras ainda do Engenho
Central. Em 1953, o nome foi alterado para Montana, depois
de, por muitos anos, chamar-se somente Chave, que na verdade
era um nome genérico para pequenas paradas da Sorocabana. O nome Montana
teria sido dado em homenagem ao primeiro encarregado de via permanente
no lugar, que tinha esse nome. Em 1962, o ramal de Artêmis
foi desativado. Montana foi finalmente desativada em 1966,
com o fim das operações do trecho Piracicaba-São Pedro. Foi
demolida, e, no local onde ela estava, às margens do rio Corumbataí,
existe hoje um descampado, cercado com arame, e algo que, visto de
longe, pode ter sido uma plataforma. A seguir, uma ponte metálica,
ainda com alguns trilhos, cruza o Corumbataí, sendo isso o
que resta do ramal de Artêmis. Na cabeceira dessa ponte, uma
pequena favela. |
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Trilhos, ainda, ao lado de restos de plataforma, em 1980. Foto
José Pinto Siqueira Jr. |

Outro aspecto da desolação que era Montana em
1980. Foto José Pinto Siqueira Jr.
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Restos do que um dia foi a estação de Montana
(11/05/1998). Foto do autor
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| Atualização:
05.08.2010
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